Ordem de serviço, NFS-e no padrão nacional e o contas a receber nascendo da nota — em um sistema só. E antes de emitir, uma fila que diz o que falta, de quem é a vez e onde se resolve.
É a tela mais honesta do sistema, e de propósito: emitir NFS-e depende de três atos que acontecem fora do software. Você vê quais são antes de assinar, não depois.
A partir de 01/11/2026, microempresas e empresas de pequeno porte optantes do Simples Nacional passam a emitir a nota de serviço no padrão nacional (Resolução CGSN nº 191/2026). A fila existe para que essa data não chegue como surpresa.
Três passos, um sistema. Ninguém redigita o valor em lugar nenhum — e é justamente a redigitação que faz a nota e o caixa discordarem.
Cliente, descrição, prazo e responsável. A OS acompanha o serviço de ponta a ponta e guarda o histórico de cada mudança de etapa, com data e autor.
A NFS-e sai pelo Emissor Nacional, assinada com o seu certificado A1, sem passar por empresa nenhuma. O cancelamento vai como evento, com justificativa — como o padrão exige.
Emitiu, já está no contas a receber com vencimento. Baixa, juros, DRE e conciliação por OFX são o financeiro completo, não um módulo reduzido.
É uma decisão de projeto, não uma limitação. O certificado é seu, a nota é sua, e o caminho até o Fisco não passa por mais ninguém.
Engenharia, consultoria, laudo e assessoria entregam documento e pedem autorização. Isso também é parte do trabalho.
Laudo, projeto, ART, via assinada: registra o que foi entregue, para quem e quando. Quando o cliente diz que não recebeu, existe o protocolo.
Quem pede não é quem autoriza. A solicitação sobe, é assinada por PIN e só então vira pagamento — e fica registrado quem assinou.
Monta a proposta com itens e descontos, acompanha a aprovação e transforma em serviço a executar sem recomeçar o cadastro.
Matriz e filial com CNPJ, certificado e inscrição próprios — e a fila de prontidão separada por empresa, porque o prazo é de cada CNPJ.
A receber, a pagar, fluxo de caixa, DRE, balancete, livro razão e extrato bancário por OFX. O contador recebe planilha e PDF por e-mail.
Quem está em campo abre a OS pelo celular. Nenhuma tela do sistema pede rolagem lateral para caber.
A conta de demonstração tem duas empresas: uma pronta e uma com as quatro pendências reais. É o teste mais curto que existe para saber se o sistema fala a sua língua.
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As notas da demonstração são de produção restrita — o ambiente de ensaio do Emissor Nacional — e a tela as marca como teste. Não existe nota com validade jurídica sem certificado, e não fingimos que existe.
O vertical inteiro, com vendas e financeiro completos por baixo.
Ordem de serviço, NFS-e nacional, vendas e financeiro em uma assinatura só.
Comprar certificado, pedir inscrição municipal e se credenciar levam dias, não minutos — e nenhum dos três depende de nós. Quanto mais cedo você souber o que falta, menos corrido fica.
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